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Vale também lembrar no dia 20 de novembro

  • Foto do escritor: Melina Natulini
    Melina Natulini
  • 20 de nov.
  • 1 min de leitura

Quando olhamos para o dia de hoje, somos convidados a refletir sobre toda a história de luta do povo negro e também sobre como diferentes vivências se cruzam dentro dessa realidade. Entre essas vivências, está a experiência de pessoas negras neurodivergentes  indivíduos que lidam com o impacto conjunto do preconceito racial e das particularidades neurológicas.


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É importante ressaltar que a neurodivergência não tem raça, mas as experiências sociais têm. Uma pessoa negra neurodivergente enfrenta, muitas vezes, barreiras duplas: de um lado, a falta de compreensão e acessibilidade; de outro, o preconceito racial. Isso se manifesta de forma estrutural: na escola, no trabalho, nas ruas e no convívio cotidiano.


Por isso, no dia de hoje, precisamos falar também de inclusão, cuidado, respeito e da diversidade dentro da própria diversidade. Precisamos reconhecer que existir enquanto pessoa negra é plural  e garantir dignidade significa criar espaços onde corpos negros neurodivergentes possam ser ouvidos, acolhidos e valorizados.


Que a Consciência Negra nos mova não apenas a lembrar do passado, mas a construir um futuro melhor. Que todas as pessoas neurodivergentes, e especialmente as pessoas negras neurodivergentes, tenham garantidos seus direitos, seu respeito e sua liberdade de expressão. Que possam viver plenamente sua cidadania.


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