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Quadrilha na sala: ritmo e coordenação
O Dia de São João chegou e, com ele, a oportunidade perfeita de trazer a energia contagiante dos arraiais para dentro de casa. Muito além dos trajes caipiras e das comidas típicas, a Festa Junina carrega uma das ferramentas mais ricas para o desenvolvimento infantil: a dança da quadrilha. Em um mundo onde o lazer das crianças se tornou predominantemente sedentário e focado em telas, afastar o sofá e soltar o som na sala é um convite ao movimento, à alegria e ao aprendizado co

João de Luca Refundini
há 2 dias3 min de leitura


Refeições sem telas
O cenário tornou-se comum na maioria das casas: a mesa está posta, a comida está servida, mas os olhos de todos — adultos e crianças — estão fixos nas telas dos smartphones. O hábito de usar o celular durante as refeições, embora pareça uma distração inofensiva ou uma forma de manter as crianças calmas para comerem mais rápido, sabota um dos momentos mais importantes de conexão, nutrição consciente e diálogo da rotina familiar. Fazer as refeições longe das telas não é apenas

João de Luca Refundini
há 4 dias3 min de leitura


A infância neuro diversas e suas dificuldades
Durante o Setembro Amarelo, falamos muito sobre a importância da saúde mental dos pais e cuidadores de crianças com atrasos no...

Melina Natulini
26 de set. de 20251 min de leitura


Neurodiversidade: Compreendendo e Valorizando as Diferenças
Quando falamos em neurodiversidade, estamos nos referindo às diferentes formas como o cérebro humano pode funcionar.

Melina Natulini
11 de set. de 20251 min de leitura


Além do sorriso perfeito: a realidade da carga mental e o desafio de pedir ajuda
Em um mundo idealizado pelas redes sociais e por expectativas culturais profundas, muitas mães e cuidadoras se veem presas à imagem da...

João de Luca Refundini
10 de set. de 20253 min de leitura


Quando cada conquista é um mundo
No universo do desenvolvimento infantil típico, ações como sentar-se, apontar para algo ou compartilhar uma brincadeira podem parecer etapas naturais e automáticas. No entanto, para muitas mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), essas atitudes representam verdadeiros marcos, resultado de muito esforço, estímulo e dedicação.

Melina Natulini
31 de jul. de 20252 min de leitura
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